O preço da desonestidade presumida

Boa tarde!!

A Educação Financeira tem, também, o objetivo de desenvolver valores bons para uma sociedade mais próspera (porque na direção contrária ela meio que vai sozinha). E desta vez eu vou convidar meus três leitores a refletir sobre os preços que pagamos por sermos desonestos (como sociedade e, vários, como indivíduos mesmo).

Você já teve ter ouvido falar no “tal de cartório”. O cartório é uma instituição mantida por um profissional do Direito selecionado para tal fim. Ignoro detalhes do processo. Porém, esse profissional tem a missão de (acreditar que todo mundo trapaceia) verificar a validade de documentos.

Os dois serviços mais corriqueiros para os quais as pessoas procuram um cartório são: reconhecimento de firma e cópia autenticada de documentos.

O primeiro é para você provar que o documento que você assinou foi você que assinou.

O segundo é para provar que a cópia que você fez é de um documento oficial não falsificado.

Há alguns meses, na cidade de Novo Hamburgo, quarenta quilômetros de Porto Alegre, havia uma empresa que fazia operações com criptomoedas, só que não. Seu nome não revelarei, mas começa com Ind e termina com eal. A proposta era te remunerar a 15% ao mês pela capitalização composta (taxa efetiva, liquidez diária) do capital que você colocasse. Investidores com aportes superiores a R$ 100.000,00 teriam um contrato de garantia do capital. Caso a empresa fechasse e o dono não fosse grampeado pela Polícia Federal, o investidor receberia um bem (um carro, uma casa ou uma noiva russa) no valor equivalente. Para investir, você fazia um depósito na conta jurídica da empresa em um banco desses tradicionais. Para sacar, bastava esperar 30 ou mais dias e solicitar via plataforma seu saque. Se você não esperasse 30 dias, sua correção cairia pela metade.

Maravilhoso, né? Melhor que banco! Então deixa eu te contar que fica ainda melhor: tudo isso está escrito em um documento chamado cartório o qual é registrado em um lugar chamado contrato. Digo, o contrário! 🙂

Bem, você se sente confortável porque seu dinheiro está em um lugar que reconheceu firma e no qual você foi ao cartório levar seu contrato para autenticar. A taxa de R$ 42,00 para provar que vocês são honestos (só você é, eu acho) mais a corrida de Uber e uma horinha perdida não valem nada pois você raciocinou que em poucos dias recupera esse valor.

Bem, como isso atraiu muitos clientes e muitos valores, as movimentações começaram a chamar a atenção desse cara chamado governo através dos seus órgãos (provavelmente a próstata) e “alguéns” foram atrás dessa empresa lá em NH. Não estou mais atualizado sobre o assunto, mas quem tinha dinheiro lá e não sacou a tempo se fudeu tá com tudo bloqueado. A empresa está “batalhando” para poder pagar em bitcoins esse valor.

E há más línguas que dizem que os cartórios foram usados como “vítimas” dessas transações.

Bem, por que estou falando isso? Porque graças a nossa desonestidade coletiva, precisamos pagar para provar que somos honestos. E, como você viu na história, isso não resolve tudo.

Há vários exemplos que envolvem serviços de cartório, mas também há outros empreendimentos que nos protegem de nós mesmos a troco de um custo. Se esse custo não é uma taxa pelo serviço em si, é uma parte dos impostos que não foi desviada pelos políticos conservadores é destinada a esses órgãos.

A tecnologia Blockchain ela, com bastante precisão, presume que somos todos uns fdp, evita que pessoas possam trapacear. O custo para roubar seria elevadíssimo de tal modo que seria mais caro do que o valor do roubo (e as chances de êxito, muito pequenas). Por mais que eu admire e lamba os pés dessa tecnologia, o que faz ela funcionar é exatamente isso: ela consegue presumir com muita precisão, quase 100%, que somos um bando de desonestos. Graças a essa paranoia toda, podemos operar pacificamente com nossos bitcoins e outras criptomoedas.  Ah, que beleza! 🙂

Moral da história: a vida sairia muito mais barata se fôssemos honestos como sociedade.

Educação Financeira … pra quê?

Boa tarde!!!

Passando aqui apenas para lembrar que:

O OBJETIVO DA EDUCAÇÃO FINANCEIRA NÃO É O DE JUNTAR DINHEIRO, MAS O DE CRIAR MEIOS PARA QUE SE POSSA VIVER A VIDA SEM SE PREOCUPAR COM O DINHEIRO. 

Assim é que eu não tenho intenção de fazer posts falando sobre fórmulas mágicas ou produtos. Nem mesmo no meu curso. O que eu quero desenvolver é a consciência financeira e a liberdade de vida.

Abraço.

Prof. Rivero 

Aposentando-me … E AGORA?

Boa tarde a todos!!!

Quando as pessoas trabalham como empregadas, públicas ou privadas, é batata: a grande maioria sonha com a aposentadoria! Imagine receber o mesmo valor (ou, como é a realidade hoje, um pouco menos) para não fazer nada mais nada? Enfim! Ser o dono do seu tempo!

A inspiração deste post é de uma amiga querida de São Paulo, mas que preferiu não ser citada. Então, Joana Rosa, de 33 anos, que mora na Jabaquara, casada, com um filho de 8 anos autista mas superdotado (juro que não sou o pai!) e é contadora …. não estou te divulgando 🙂

Em primeiro lugar, ao contrário do que as pessoas pensam:

APOSENTADORIA É UMA CONTRAPARTIDA E NÃO UM PRÊMIO

Muitas vezes nos sentimos culpados por nos aposentar, principalmente quando temos saúde ou desejo de seguir trabalhando em outra coisa. Mas a verdade é que você, nas regras que te foram impostas, você construiu esse seu direito ao longo dos anos. Agora, você está fazendo a cobrança dele. Nada mais justo. Então, o primeiro empecilho, que deixa as pessoas angustiadas, é a culpa por ganhar sem produzir (aparentemente). Vamos aliviar essa culpa com a verdade: VOCÊ NÃO ESTÁ RECEBENDO FAVOR DE NINGUÉM

Dito isso, uma realidade é iminente: você terá, repentinamente, muito tempo livre. Em geral, as pessoas trabalham de oito a quatorze horas por dia (computo almoço e deslocamento). E esse é um tempo que você terá livre, de uma hora para outra.

O cérebro leva em torno de 23 a 31 dias para criar e manter um  novo hábito. Portanto, sua mente ainda tenderá a ficar conectada com sua rotina profissional ativa. Entretanto, você não terá mais a rotina. Isso confundirá a “cuca”. Para evitar esse problema, sugiro as seguintes estratégias:

– construa, nos seus últimos anos de atividade profissional (me refiro àquela da qual estás se aposentando), um plano de atividades que você tenha real interesse. Para ocupar as horas. Eduque seu cérebro de que você terá uma parte desse tempo ocupada com outras coisas. Não precisa ser o tempo integral, mas uma parte dele.

– permita-se dormir sem despertador de vez em quando. Assim você tenderá a acordar um pouco mais tarde do que o usual (se você trabalhava de madrugada, procure ir dormir cedo de vez em quando).

Aproveite para contribuir com as pessoas com aquilo que você sabe fazer tão bem, mas de uma forma voluntária ou tempo parcial. Use a internet em seu favor.

Falo isso porque eu estou me aposentando também. Não pela previdência pública. Por minha própria conta. Esse projeto “Preparando Mentes Financeiras” é meu projeto de início de vida de aposentadoria.

Boa sorte a todos!

Abraços. Prof. Rivero.

As influências

Bom dia a todos!

Este post é em retorno ao feedback de um dos meus alunos do curso gratuito.

Trata-se da questão de boas e más companhias e suas influências.

Existe um ditado que diz: “somos a média das cinco pessoas com quem mais convivemos”.

Ainda que não se possa atribuir números a uma pessoa e calcular uma média numérica para nos atribuirmos, a expressão é verdadeira quando entendemos o seguinte: “cada pessoa com quem convivemos, ela leva um pouco de nós e nós levamos um pouco dela”. Se andamos muitas vezes com determinada pessoa, tudo indica que ela leva um tanto de nós e nós, um tanto dela.

Claro que todos nós temos nossa personalidade, porém a influência do meio é significativa. Principalmente a influência daquelas pessoas com quem mais andamos, pois elas nos inspiram positiva ou negativamente. Facilmente herdamos expressões, gírias, comportamentos, posturas, ideias daqueles que estão mais próximos de nós.

Assim sendo, você, que é uma pessoa que deseja entender melhor a educação financeira e usá-la para melhorar a sua vida deve tomar muito cuidado com quem você anda frequentemente. Se você anda seguido com pessoas que acreditam que deve-se trabalhar muito e ganhar pouco e dedicar-se a reclamar da vida e que o único investimento seguro é a poupança, essas pessoas vão acabar te desencorajando a seguir seus caminhos.

Há correntes espirituais que dizem que atraímos as companhias que temos conforme a nossa vibração. Talvez sim, talvez não. Não é meu departamento analisar isso, mas há um ensinamento válido aí.

Precisamos ter disciplina para edificar nossos pensamentos, ações e sistemas de crenças. Pois assim, acabaremos perdendo identidade com pessoas fracas e limitadas e nos seduziremos mais por pessoas evoluídas com as quais podemos ter uma relação de troca e continuar o nosso crescimento.

Lembram do post “Os três demônios”? Pois é. Os demônios são justamente aquelas pessoas que tentam nos puxar para trás, que ainda estão amarradas a crenças limitantes. Aprenda a distingui-las e a restringir seu contato com elas.

Se você, por qualquer motivo, não quer descartá-las de suas vidas, então pelo menos ande pouco com elas: o suficiente para que elas não contribuam para a sua média.

Eu tenho poucos amigos e honestamente me sinto abençoado por isso. Pois posso afirmar que meus amigos são pessoas iluminadas que dão um sentido especial a palavra RICO. A vantagem é que não sou neurotípico, em outras palavras, pertenço ao Espectro Autista. Desse modo consigo facilmente driblar as relações sociais danosas e fúteis sem sentir tanta falta. E isso é algo (entre outras coisas) que vocês neurotípicos precisam aprender a fazer.

Somos treinados a ter o maior número possível de amizades (as redes sociais marcam estatísticas numéricas de quantos nos seguem e quantos seguimos), porém é ilusório isso.

O segredo não está na quantidade de amizades, senão na QUALIDADE das amizades.

A própria bíblia cristã ensina a separar o trigo do joio. Faça isso!

Abraço.

Prof. Rivero.

p.s: eu já fui considerado “joio” por muita gente. A eles agradeço: o pato considera o cisne um “patinho feio” e muitos que me descartaram no passado me serviram de incentivo para eu crescer e me tornar alguém melhor. Talvez essas pessoas não me descartariam hoje, mas seu descarte me impulsionou a crescer.

Making Money

Bom dia a todos!

Gostaria de começar ressaltando uma parte muito especial da minha formação pessoal-profissional, que foi a Programação Neurolinguística (PNL), a qual eu fiz a formação completa (Practitioner – Master – Trainer) na Escola Livre aos cuidados do Master Trainer Marcos Brasil Moraes e da sua equipe de treinadores.

Bem, então, essa ciência de Richard Bandler e John Grinder me transformou. E gostaria de citar um post do meu mentor de PNL:

A explicação do Master Trainer é a seguinte:

A linguagem que usamos (verbal e ñ verbal) revela o modo como pensamos. O modo como pensamos é constituído de crenças, valores e critérios. Ainda, o modo como pensamos determina nossas atitudes e resultados. Se eu acredito que eu “ganho dinheiro”, que dinheiro se ganha – como era na infância e eu ganhava dinheiro do meu pai – vai ser difícil construir a crença que eu sou capaz de fazer dinheiro. Ganhar dinheiro é para crianças. Fazer dinheiro é para adultos. E você, ganha ou faz dinheiro?” (Moraes, 2019)

Em resumo

Ganhar Dinheiro = “dependo dos outros para ter dinheiro”
Fazer Dinheiro = “sou eu que consigo meu dinheiro”

A PNL, entre outras coisas especiais, nos convoca para a autorresponsabilidade. Chega de culpar Deus, a vida, os pais, os professores, os filhos, o Lula, o Bolsonaro, a Argentina, a água do chimarrão que tava fria pelos obstáculos que surgem em nossos caminhos. Abracemos nossos demônios e os enfrentemos.

O mesmo vale para o dinheiro. Quando a gente pensa em “ganhar dinheiro”, estamos passivos, esperançosos que o dinheiro venha de algum lugar. Talvez uma loteria (já conversamos sobre isso), um prêmio por não fazer nada (lembro-me daquele episódio do Bob Esponja) ou um Bolsa-Dinheiro.

Todavia, o “fazer dinheiro” (literal do inglês “make money”) demonstra que nós fazemos nosso dinheiro. Em outras palavras, através das nossas ações, capacidades e sistemas de crenças, construimos as estratégias honestas para ganhar o dinheiro que almejamos (ou no meu caso, mais do que almejo).

Porém, como Educador Financeiro que já conquistou a renda passiva, eu coloco ainda uma opção adicional: “contratar o seu dinheiro para fazer dinheiro”.

Agora que você já sabe fazer dinheiro e não é mais um mimizento que só reclama, cabe aprender a “treinar o seu dinheiro” para que ele faça dinheiro por você. Isso é diferente de ganhar dinheiro, pois esse treinamento, monitoramento, planejamento e outros mentos quem fará é VOCÊ e isso lhe chamará à AUTORRESPONSABILIDADE.

Que tal estudar junto comigo como construir estratégias para você treinar o seu dinheiro a fazer dinheiro pra você?

Abraços. 

Prof. Rivero

Os três demônios

Boa tarde!!

A referência que conheço dos “três demônios” é somente aquele episódio da série de humor mexicana Chapolin, dirigido e protagonizado pelo humorista Xispirito (Roberto Gomes Bolaños, falecido em 2016). Especificamente, na bateria de episódios de paródia do conto “O Alfaiate Valente”.

Mas não é desses três demônios que eu quero falar. Mas sim daqueles três demônios que te impedem de progredir na sua caminhada da independência financeira.

Antes de eu falar sobre quem são (ou melhor: sobre onde podem estar) os três demônios, vou falar do seu comportamento, pois julgo isso mais importante.

Antes, ainda, vou falar sobre o objetivo da independência financeira. Basicamente, a pessoa independente financeiramente é aquela que não precisa trabalhar para sobreviver. Gosto de citar um específico empreendedor que admiro, no qual ele coloca quatro maneiras de isso ser possível:

1) nascer rico
2) casar com alguém rico
3) ganhar na loteria
4) fazer o dinheiro trabalhar para você.

Os dois primeiros itens não tenho como te instruir. Não tenho nenhuma das duas experiências. Minha mãe veio fugindo de uma ditadura cruel na Espanha (a qual foi bem mais dura do que aqui e não vejo hoje os espanhóis fazendo mimimi – se reergueram e vivem melhor do que nós). Meu saudoso pai veio de família pobre e conseguiu ascender à classe média através de trabalho. Eu peguei o bonde andando: meu pai estava mediano quando eu nasci (depois se ferrou). Morreu pobre, mas vendo o filho dar um grande salto para que, hoje, eu seja autoridade em compartilhar isso com vocês. Meus sogros têm história semelhante, logo não casei com uma mulher endinheirada (mas quando começamos o namoro, ela tinha emprego e eu era um aluno universitário bolsista, ou seja, ela sem dúvidas não era interesseira).

Já sobre o terceiro item, fiz um post neste blog falando sobre isso.

É! Só me resta o quarto item. 🙂

Com a inteligência financeira você pode e deve fazer seu dinheiro se multiplicar de forma eficiente de tal maneira que, em dado período, o que você rendeu assim permite você viver a vida que você deseja (ou perto disso).

Mas aí, tchan-tchan-tchan, chegam os três demônios. Vamos apresentar seus comportamentos. Vou imitá-los na cor vermelha e rebatê-los na cor preta.

1) O que adianta ser milionário e não ter saúde??

Exatamente, seu demônio!!! Concordo contigo! Por isso eu estou construindo uma vida em que eu possa, sim, ser milionário e ter muita saúde. Ter tempo para me exercitar, curtir a vida, ler, sorrir, passear, viajar e ganhar experiências maravilhosas que me permitirão não só ter, mas gozar de saúde.

2) Pensamento de vagabundo!!

Eu gosto de dizer que a renda só fica passiva após muito trabalho. Não acredito em esquemas milagrosos. Tem que estudar, conhecer, arriscar, dedicar tempo. Ao contrário do que o vagabundo deseja. Aliás, o vagabundo não vai conseguir ser rico através da independência financeira porque ele justamente não faz o necessário para isso (invés disso, fica se cadastrando em tudo quanto é pirâmide financeira ou acredita nos papos das “bandeirantes de CDB”).

3) Que tipo de pessoa tu vai ser vivendo sem trabalhar?

Meu querido demoniozinho, quem disse que você precisa parar de trabalhar? Ao atingir a independência financeira você pode DECIDIR COMO trabalhar. Você quer continuar sendo empregado porque ama seu trabalho e sua empresa? Ótimo!! Queres abrir seu negócio?? Ótimo!! Queres ser funcionário público?? Ótimo!! Queres fazer somente trabalhos voluntários? Ótimo!!

Mas a delícia é você ESCOLHER.

E eu escolhi trabalhar: DUAS HORAS POR DIA (quando eu tiver saco pra isso). Por quê? Porque tenho algo a oferecer. E quero que o Brasil receba o que eu tenho para dar. Vou cobrar por isso? Em outro post já falei que não, mas no futuro quem sabe eu lance projetos pagos para quem quiser! Porém o curso é grátis e não tem pegadinha no final.

O resto do tempo É MEU! Meu e da minha família.

4) Até parece que isso é tão fácil…

Todos os meus três leitores sabem que nunca disse que seria um caminho fácil e que há esquemas prontos. É uma construção que requer perseverança. Sabe o concurseiro?? Aquele cara que faz vários concursos até conseguir (e se conseguir) entrar em um? Pois é: ele tá trabalhando. Ele está construindo a estrada para seu objetivo!! Não é fácil (exceto pra mim, que passei em mais de quinze). Requer muita dedicação.

Renda passiva é a mesma coisa. Sabe quantas horas eu gastei investi nisso? Mais do que um curso de graduação em administração, com certeza!

Você não precisa exagerar porque estou facilitando um pouco, mas não quer dizer que vai ser um esquema fácil e que você não vai ter que se dedicar. Mas a vida é feita de escolhas!!

O fato de algo ser difícil desafiador não significa que não deva ser feito!

5) Quer ser rico tirando dos outros?

Não, eu não! Obrigado!

Quero aproveitar o que o mercado oferece de bom para quem se dedica! Ações, criptomoedas, opções binárias, forex, investimentos sérios, arbitragem, mineração, etc.

Esse papo de quem enriquece é porque empobreceu os outros é papo de quem não estudou Economia. Sorry, não há forma mais delicada de dizer isso sem usar palavrões ou caçoar de ideologias.

 6) O seguro é ter um emprego e uma aposentadoria no futuro!

Comecei a rir enquanto eu escrevia. O diabo além de tudo é um mestre no stand-up.

A segurança nos empregos privados é inexistente (exceto pelo FGTS – já cobri isso em outro post) e na iniciativa pública (acho que já cobri isso também) é uma ilusão. Além disso, há várias carreiras públicas que estão perdendo cada vez mais direitos (exemplo: magistratura, só que não).

E quanto a previdência … bem, você contribui com 11% do seu salário para um contrato totalmente unilateral (que você não tem como mexer) e não tem como sair dessa, a não ser ficando sem emprego. Poxa, super seguro: curti!

Valeu, demônio, por me render umas risadas! As vezes penso que sou sério demais quando escrevo.

7) No meu tempo não tinha isso.

É, diabinho, tô vendo que tua força tá acabando. Essa é fácil de matar!

No tempo da minha bisavó, tinha nazismo, fascismo e apartheid também.

O teu tempo é agora!!!! Não importa que idade tenhas!

E as coisas mudam e há mudanças que eu nem imagino! E pode ser que daqui a 50 anos não exista mais dinheiro, ou mais provável, vida humana. Talvez sejamos colonizados por alienígenas, ou talvez pela Argentina mesmo. Talvez viremos bestas mutantes (não falta muito). Talvez a chuva brote da terra e hambúrgueres comam gente.

Pessoal, desculpem o sarcasmo. Ou melhor, não precisa me desculpar porque não estou pedindo desculpas. Meu objetivo é ajudar você a manter-se firme no seu objetivo. E insistir:

TUDO DEPENDE DE VOCÊ.

Se me der licença, meu treinador de halterofilismo está me esperando!

Abraço. 

Prof. Rivero.

p.s: quem são os três demônios? Não importa! Desde que você os identifique em sua vida e os neutralize (não precisa matá-los, ok?)…

Não vai por mim

Boa tarde a todos!!

Quem diria que um empreendedor  diria isso de si mesmo(a)? “Não vai por mim”.

Eu lhes digo quem: o maior coach de desenvolvimento pessoal do mundo, Anthony Robbins, que afirma claramente, como no título do seu documentário da Netflix, “eu não sou seu guru”.

No campo dos investimentos, muitos se colocam como “gurus”. Isto é: pessoas dizem que têm “O” investimento, “A” solução infalível. Ahá, sei, tá bom!

Em suma, eu lamento dizer, mas ninguém vai te vender o investimento ideal. Quer saber o porquê? Ele não existe, oras!!

Corretores e corretoras de investimentos vão te falar que possuem a melhor opção atrelada ao CDB, ao CDI ou a SELIC … mas a diferença entre um e outro fica no centésimo de percentual ao mês. E o ganho da empresa corretora e do profissional corretor está justamente na sua adesão ao investimento.

Em posts anteriores, eu comentei da armadilha da renda fixa. Para você ficar independente financeiro com renda fixa, você precisa ter um capital enorme.

Já fiz também uma simulação: se você depositar R$ 100,00 por mês durante 40 anos a uma capitalização mensal de 6% ao ano nominais (dificilmente conseguirá mais do que isso na renda fixa) você juntará R$ 199.149,07.
Se aplicar esse valor, nesse percentual que te falei, terá uma renda passiva de R$ 995,75 mensais.

É excelente, claro, mas pense que você terá que esperar 40 anos para isso (o povo de Moisés no deserto não deve achar pouco tempo). E não poderá depositar somente 100 reais por mês, pois a inflação desvalorizará isso. Deverás atualizar teu depósito mensal ou anualmente acompanhando o IPCA para que o valor em R$ que você sacar tenha o poder de compra de 995 reais de hoje.

Eu tenho meu investimento em renda fixa, sim. E alimento ele com mais de R$ 100,00 por mês. Ou seja, você não está errado(a) em fazer isso.

O problema é DEPENDER DISSO para seu futuro. Você deverá procurar opções.

O detalhe é que as opções requerem mais estudo. Porém, aqui entra a grande verdade do mundo dos investimentos, o que vale para as outras profissões.


se você quer viver de renda ainda jovem e enriquecer com investimentos, você deve estudar investimentos. Se você quer ser um médico rico, você deve estudar muita medicina. Se você quer ser o melhor professor, deve estudar muitos conhecimentos com afinco.

Eu tenho, sem dúvidas, mais de mil horas de estudos, entre livros, cursos, vídeos, palestras, workshops, aulas que já ministrei e que assisti. Além de conversas com entendidos do assunto. Sem contar a prática de quem investe há mais de 20 anos. Você não precisa ter tudo isso, mas algum conhecimento deve ter, senão dificilmente você vai conseguir isso. Embora eu acho pouco o que tenho e continuo buscando.

O mesmo para qualquer ofício. Você não será bem sucedido sendo um profissional mediano. Você tem que ter muita prática para ser alguém bom. Não se iluda com atalhos.

Cito meu grande mentor de PNL, Marcos Moraes, que dedicou muito tempo, dinheiro e energia para ser um dos primeiros Master Trainer em PNL do Brasil com a certificação nesse nível reconhecida pela universidade berço da PNL, a NLPU (na Califórnia, Estados Unidos). Ele faz e refaz capacitações para continuar sendo uma autoridade na área dele.

E tem gente achando que vai conseguir o sucesso sendo mediano?? E o pior: gente vendendo essa ideia!

Não estou aqui para te vender nem essa ideia e nem outra.

Eu sou um EDUCADOR FINANCEIRO. Ou seja, meu objetivo é te ajudar a construir uma mente madura e que lida com o dinheiro de forma mais saudável e propor a você que seja autônomo nas suas estratégias financeiras. A prova disso é que nunca divulguei o que faço para ter renda passiva suficiente para não depender de salário, né? Pois então! 🙂

Talvez no futuro eu lance projetos, sim. Mas até agora não tenho essa ideia. Meu custo e meu lucro com este blog é ZERO. E eu não me importo: desde que mais pessoas tenham Educação Financeira, ótimo! 🙂

Abraços.

Prof. Rivero.

Faça o certo!

Boa tarde!!

Educação Financeira não é apenas a seleção de alguns investimentos ou mesmo o consumo equilibrado. Mas também um conjunto de valores. Principalmente com valores alinhados ao propósito de gerir suas finanças.

Um deles é algo raro de se encontrar no Brasil e que se chama:

Faça certo e faça uma vez só.

Fazer certo é algo vital para que se possa obter resultados positivos. E fazer bem feito é vital para que se possa fazer uma vez só.

Quando fazemos a tarefa de má vontade e não empregamos eficiência, cometemos erros. Esses erros não nos livram do trabalho mal feito, mas nos consomem mais tempo em corrigir o que está errado em uma tarefa que, até então, era enfadonha.

Trago isso como recado para quem estiver interessado em fazer o curso gratuito de Educação Financeira que disponibilizei, que será dado em sete aulas e, neste momento, há cinco aulas gravadas.

Faça exatamente como o roteiro:

1) Assista a aula com atenção e foco nisso (se assistir sem foco, o tempo empregado foi perdido)

2) Faça os temas com real objetivo (eu não estou te dando nota e nem vou te avaliar – não é pra mim que você precisa fazer o tema. Como eu já disse: eu já vivo o tema. Não tenho 40 anos de vida ainda e já estou me aposentando)

3) Preencha o questionário com sinceridade (assim, eu entenderei melhor o que você está passando e poderei pensar em materiais para te ajudar).

4) Pergunte no grupo, comente nos posts (quando você faz isso, você multiplica as possibilidades de encontrar soluções para suas demandas e incentiva o professor a continuar postando material).

Se você fizer o curso de má vontade, você poderá concluir todas as aulas. Mas não terá mudado a sua vida financeira…Resultado: no futuro, deverá fazer de novo. E como será o futuro? Ninguém sabe!

A oportunidade é como um peido. Vem quando menos se espera, paira um pouco no ar e depois se vai para sempre!

Abraços.

Prof. Rivero.

Saque do FGTS

Bom dia!!

Eu hoje gostaria de me posicionar como Educador Financeiro a respeito do saque de R$ 500,00 do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço). Uma reportagem sobre o tema, abordando o viés político econômico está aqui. Esse link eu divulguei mais para você poder acompanhar o tema, do que se trata.

O “benefício” de sigla FGTS foi criado como forma de compensar a falta de estabilidade do trabalhador empregado da iniciativa privada. Dessa maneira, todo trabalhador passaria a receber 8% do seu salário mensal em um fundo administrado pela Caixa Econômica Federal. A esse fundo, seriam agregados também 8% do 13° salário e do 1/3 de férias. Um dinheiro que o trabalhador não vê, mas é colocado lá.

Esse valor só pode ser sacado nas hipóteses de: aquisição ou reforma de imóvel, doença incurável na família, aposentadoria, demissão sem justa causa (com uma multa percentual sobre o montante acumulado) ou demissão por acordo (previsto pela Reforma Trabalhista). Talvez haja outros motivos que realmente não lembro agora. Ah, sim, mais um: se você pede demissão do seu emprego, após 36 meses você pode sacar. Como sou funcionário público estatutário desde 2009, então o FGTS é algo que está bem longe da minha realidade profissional.

Bem, do ponto de vista da Educação Financeira, que é o que me interessa conversar com vocês, eu analiso o FGTS por duas correntes distintas. Para isso, vou começar contando uma história pessoal.

Quando meu pai se aposentou, em 1992, o seu sonho era morar em uma casa em um bairro tranquilo. Na época, eu tinha 12 anos de idade e minha irmã mais velha morava com a gente também. Tínhamos um apartamento próprio no Partenon. Graças ao FGTS de mais de 30 anos acumulados, meu pai pode pagar a casa onde moramos simplesmente dando o apartamento e mais o FGTS (não me lembro se foi todo ou em parte). Mas sei que ele não financiou nada. Ou seja, realizou seu sonho de ter uma casa em um bairro tranquilo, seguro, com “crianças pra eu brincar”. E pode fazer isso antes de minha avó paterna falecer (Alice, 1911 – 1993).

Sim, alguém poderia me dizer: viva o FGTS.

Por outro lado, nós estamos falando de um benefício que o trabalhador não tem autonomia para sacar a menos nas condições citadas e a correção do FGTS é feita a razão de 3% ao ano + poupança. Assim, todo trabalhador acaba fazendo um investimento junto ao governo, gerenciado por este. Para quem não tem nenhuma educação financeira e gastaria esse adicional em cachaça ou em ridículos adereços de futebol, o FGTS pode ser um salvaguarda para uma necessidade real. Todavia, para o “educado financeiramente”, o FGTS é uma perda, pois é um “investimento” abaixo da inflação em vários períodos do ano e, mesmo que a cobrisse, o mercado oferece opções muito melhores.

Vamos comparar a seguinte situação, com dados atuais: você investe em 100% do CDI o valor de R$ 100,00 equivalente ao seu FGTS. Dado que as variáveis permaneçam as mesmas, vamos analisar os seus ganhos para daqui a 10 anos.

Após 10 anos, o investidor 100% CDI terá acumulado R$ 28.000,00 enquanto que o FGTS terá pago R$ 22.700,00. Veja o gráfico:

Assim, dado que meu pai, um administrador financeiro prático, se tivesse, com os valores de hoje, aplicado no CDI (caso lhe fosse dada essa opção) ao invés do FGTS, ele teria em 10 anos 23% a mais do que teve. E esse percentual aumentaria ainda mais se fossem 30 anos: 116%.

Moral da história: 

se você tem Educação Financeira bem madura, você pode ser autônomo com suas reservas e investir obtendo melhores resultados. 

Mas se você opta por deixar que os outros façam com o seu dinheiro o que eles querem, o resultado é um só: você ganhará somente a sobra do bolo. O recheio, a cereja e a cobertura ficam com o seu gestor (seja ele o governo ou um gestor privado).

Abraços.

Prof. Rivero.

Iniciando como investidor…

Boa noite!!

Antes de mais nada, vamos definir o que é INVESTIDOR, na minha conotação.

Investidor é o profissional que aufere rendimentos financeiros dentro de um mercado através de estratégias de compra e venda lucrativas.

Excluo, por assim dizer, da conotação INVESTIDOR aquela pessoa que “deixa o dinheiro parado no banco ou na corretora”.

Mas por quê essa exclusão, Prof. Rivero???


Amigos, não é preconceito. Vou fazer uma analogia e será fácil entender. Assim como a maioria de vocês, eu dirijo carro. Tenho um carro. Como tal, estou sujeito a fazer manutenções nele. Troca de óleo, eventuais consertos, etc. Porém, EU, não faço isso. Quem faz isso é o mecânico da minha confiança. Levo meu carro, ele faz o que deve fazer e eu lhe pago.


Com base no parágrafo acima, eu posso dizer que sou um mecânico?



Claro que não! Eu sou um proprietário de carro que terceiriza a manutenção dele.

Portanto, se você é proprietário de dinheiro e terceiriza o investimento dele, você não é investidor. Você é o proprietário do dinheiro e o profissional que investe seu dinheiro é que é o investidor.

O que eu quero orientar você a fazer é VOCÊ SER INVESTIDOR. Não me peça para pegar seu dinheiro e investir para você. Não vou aceitar: nem me pagando. Primeiro, porque não é esse meu propósito agora e segundo eu ainda não tenho a certificação legal para captar recursos de terceiros.

Mas uma coisa eu sei: se você é um profissional, você tem mais responsabilidade e mais controle dos resultados. Logo, você tem potencial maior de lucro. Porém, necessita conhecimento, foco e disciplina. Se você terceiriza, você delega o controle do seu dinheiro para alguém. Claro que esse alguém não quer perder mercado: ele vai trabalhar bem provavelmente. Mas ele vai pegar a maior fatia … e eu particularmente acho isso bem justo.

Se você não quer ter foco e disciplina, nem mesmo estudar, recomendo que pare agora a leitura deste post. Neste momento ele não é para você. Confie seu dinheiro no gerente do banco ou da corretora de investimentos e, literalmente, boa sorte

Bem, se você leu essa linha, então você quer ser investidor de verdade.

Quais as opções?? Várias!! Vou citar em tópicos:

1) Ações

2) Imóveis

3) Criptoativos

4) Forex

5) Opções Binárias

6) Anjo Investidor

A melhor opção é aquela que mais combina com o seu estilo. Como diria Kyosaki, só invista naquilo que você gosta. Naquilo que lhe interessa.

Eu sou Consultor em Ativos Digitais certificado. Sou estudante, pesquisador e investidor em criptomoedas. Adoro esse mercado. Tanto pelos retornos quanto pela proposta.

Porém, recentemente voltei a investir em ações como um “swing-scalp-trader”. Não vou detalhar aqui minhas estratégias, lamento! E agradeço ao meu cunhado Vanderlei pelo incentivo. Eu confesso que estava relutante. Está sendo agradável. Até minha esposa está começando a investir.

Para investir em ações, é necessário:

1) Dinheiro (risos)

2) Cadastro em alguma corretora ou banco com Home Broker

3) Estudar o mercado

4) Montar uma estratégia e procurar ser fiel a ela.

O que eu gostei nesse mercado? Ele é um mercado que achei relativamente simples de entender e de operar (por favor, não compare com fundos de investimento ou renda fixa, pois já tá bem claro aqui que estamos falando de investidor).

Bons investimentos. Abraços!

Prof. Rivero.

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