Vamos ser traders juntos?

Bom dia!

Faço um convite para você: vamos fazer trading juntos? Ser trader é uma profissão maravilhosa!
Liberdade de horário e geografia. Metas que você determina e não tem patrão ou relógio ponto.

Se você prefere operar com robôs, então convido você a participar junto comigo na plataforma Binary, existente há 20 anos! Clique aqui ou na imagem.

https://record.binary.com/_BO05Y6F5sKq4zHaZIQMoUGNd7ZgqdRLk/1/

 Estou com dois robôs em desenvolvimento. Se você quiser ser atualizado(a) e futuramente adquiri-los para você operar, contate-me: professor@mentesfinanceiras.com.br.

Para quem usa Bitcoins …

Bom dia!
Desta vez ao invés de dar um posicionamento sobre algum assunto, vou apenas compartilhar plataformas interessantes para quem usa ou quer começar a usar Bitcoins e outras criptomoedas sérias!

Vamos a elas:

Kamoney: você pode pagar seus boletos utilizando Bitcoins ou outras criptomoedas, aceitar Bitcoins em seus estabelecimentos, gerar cartão de crédito pré-pago, etc. Basta clicar na imagem e se cadastrar.

Braziliex: uma grande e boa corretora de criptomoedas. Ela tem uma criptomoeda própria, ótima para holding, que te ajuda a pagar menos corretagem, podendo movimentar-se até gratuitamente! Clique aqui para se cadastrar.

Cointrade: uma exchange que reúne usuários interessados em comprar e vender criptomoedas numa espécie de pregão! Quem decide o preço não é a cointrade, mas os seus usuários! Clique aqui para se cadastrar.

A solução igual para desiguais

Bom dia!

Um ex-colega de trabalho, durante nossas caronas, me comentou o seguinte, no meio de uma conversa: “suponhamos que se dessem 200.000 reais para cada pessoa do Brasil, resetando o patrimônio de todo mundo. Será que esse início igual se manteria igual? Claro que não: alguns iriam gastar tudo, outros iriam poupar e outros iriam fazer esse dinheiro se multiplicar pelo empreendedorismo”.

Parece que ele leu isso ou ouviu de algum lugar, não lembro mais, mas a ideia me chamou a atenção.

Não é possível afirmar se essa igualdade se manteria igual ao longos dos anos ou não, pois para isso precisaríamos provar fazendo o experimento. Todavia, é possível inferir alguma coisa com os dados que temos hoje: existem, de fato, três tipos de comportamentos financeiros:

a) O gastão: “a vida é uma só”. Gasto o que tenho (e até o que não tenho), pois posso morrer amanhã e não aproveitei a vida.

b) O acumulador: “é preciso estar preparado”. Não gasta nada do que tem. O mínimo possível. Vai acumulando tudo que recebe com o objetivo de estar pronto para que “um dia” venha a acontecer algo que justifique esse acúmulo.

c) O organizado, que busca um equilíbrio dos dois lados. Ele, como o gastão, aproveita a vida desfrutando de coisas boas. Porém, de uma forma organizada que o restante do dinheiro ele multiplica através de empreendimentos.

Isso é um pouco análogo com a parábola dos talentos, onde Jesus aprovou apenas aquele que multiplicou o seu talento.

Em todo caso, todos os dados que temos levam a crer que a desigualdade e a pobreza (e a gananciosa riqueza excessiva) viriam mesmo após um “reboot”. O gastão ficaria pobre logo logo. O acumulador continuaria sempre na mesma média. O organizado, enriqueceria cada vez mais, pois seria o fornecedor dos bens e serviços do gastão e do acumulador.

Portanto, a solução de somar o patrimônio nacional e dividir pelo número de habitantes provocando o “reboot” dificilmente daria certo. Só criaríamos uma situação de alívio para quem hoje vive numa pobreza e a maioria destes voltariam à pobreza rapidamente.

Deixo claro meu posicionamento pessoal: “não sou a favor de uma igualdade extrema, que desvalorize a meritocracia, mas sou a favor do combate à excessiva desigualdade a qual hoje coloca a maioria das pessoas em uma situação impossível de sair”.

Sou a favor de igualdade de acessos e de disponibilidade de recursos. Sou a favor do limite de herança individual de R$ 300.000,00 (corrigidos anualmente pelo IPCA) e da renda mínima.

Porém, ideologias não resolverão o problema! O que resolve o problema é:

a) renda mínima, para os casos de extrema pobreza, bem como acesso aos recursos para melhoria de vida.
b) educação financeira para os demais (no meu próximo livro, que já está no prelo, vou provar que é possível mesmo com poucos valores).

Educação Financeira deveria ser matéria obrigatória em todas as escolas, desde o 1° ano do Ensino Fundamental até o 3° ano do Ensino Médio. Empreendedorismo deveria ser obrigatório em todo o ensino médio.

Vamos estudar mais Educação Financeira? Venha! Chame seus amigos e vamos crescer juntos!

Abraço.

Prof. Rivero.

Por que buscar a independência financeira?

Boa tarde a todos!

Eu raramente ouço rádio (exceto para ouvir música, quando dirijo) e nunca vejo noticiários. Raramente leio jornais. E as informações que busco são apenas as que tem a ver com o mercado financeiro e afins.

Porém, às vezes ando de Uber e, mesmo pagando, eu respeito a rádio que motorista esteja ouvindo (peço volume mais baixo quando ele exagera, pois sou autista leve, mas raras vezes precisei). E eles ouvem notícias, ao contrário de mim. E fiquei muito chocado com o que ouvi hoje.

Peguei o bonde andando, mas entendi que aposentados que ganham mais de R$ 990,00 de aposentadoria mensal, passarão a contribuir com a previdência também. A partir de 9% e vai até 12 ou 14%, para valores maiores.

Bem, vamos analisar friamente a coisa:

– quando você é empregado ou autônomo ou MEI, você faz uma contribuição previdenciária, nas normas legais, da qual você não tem como escapar (o autônomo até pode esquivar um pouco, mas paga o roubo de 25% ao mês e o MEI paga um fixo entre R$ 50,00 e R$ 60,00). O trabalhador empregado paga até 11% ao mês e seu empregador, o dobro disso.

Mas por que você paga? Porque o governo está lhe prestando um serviço: o direito à aposentadoria após cumprir as regras estipuladas. Ou seja, enquanto você é ativo, você recebe seu salário e paga, mediante um desconto compulsório. Quando você deixar de ser ativo, isto é, deixa de ganhar seu salário, o governo lhe remunera.

Porém, se você cumpriu a sua parte, por que deveria continuar pagando pelo serviço?

Imagina a seguinte situação: eu te vendo um carro em 36 prestações de R$ 500,00, por exemplo.

Você pagou as trinta e seis direitinho. Daí eu chego para você e digo: “- olha, você já quitou o carro, mas vou ter que continuar te cobrando porque eu não soube lidar bem como o dinheiro que você me pagou”. Afinal, eu tive que pagar um auxílio-moradia para minha esposa, sabe como é, né?

Duvido que você achasse justo, mas é o que está acontecendo com a sua aposentadoria.

Fica bem claro pra mim que a solução (eis que o governo é um ente invencível, protegido por seus policiais mal pagos e legisladores exageradamente bem pagos) é você criar a sua própria aposentadoria através das regras do mercado.

Para fazer isso, porém, é necessário mudar de paradigma. E isso leva tempo e requer empreender um pouco de esforço. Você deve mudar:

– sua forma de ver o mundo previdenciário.
– sua mente.
– suas estratégias de vida
– seu orçamento.

E também estudar: ampliar seu conhecimento.

Talvez você pense: “vou precisar gastar muito em livros, cursos, etc”. E quais escolher? Como começar?

Oras, e se eu te disser que existe um curso, por assinatura (mensal, trimestral ou anual), cujo mentor:

– é uma pessoa que vive essa realidade de independência financeira.
– está disposto a compartilhar seu conhecimento, experiência e também erros (para que você tenha menos chance de errar)
– é alguém que se dedica exclusivamente ao mercado financeiro e opera em vários mercados.
– já leu muitos livros, fez muitos cursos e está selecionando para você o melhor material.
– tem mais de 15 anos de experiência em docência e em construção de renda passiva.
– doa 10% dos seus lucros para instituições de caridade, contribuindo para uma sociedade mais justa e igualitária.
– viaja muito, trabalha até 4 horas por dia, decide seus horários e dorme no quarto ao lado do escritório e que nunca mais soube o que é engarrafamento e ônibus lotado.
– investiu mais de R$ 50.000,00 em cursos de aperfeiçoamento nas áreas financeira e de desenvolvimento pessoal.
– confia tanto no seu trabalho que até disponibilizou um curso básico, porém transformador, DE GRAÇA para você experimentar e ver aonde “está amarrando seu cavalo”.
– disponibiliza em seu blog o seu WHATSAPP para você participar de um grupo gratuito de pessoas que trocam ideias e somam forças.

Sim, esse curso existe!! É o Educação Financeira FULL. Convido-te a fazer parte do seleto grupo de pessoas que, assim como eu, não suporta mais a injustiça que o bom trabalhador passa!

Essa é a sua oportunidade de virar o jogo sem precisar gastar energia em protestos que o governo ignora. Clique aqui para começar a mudar a sua vida!

Bons estudos!

Abraço do Prof. Rivero.

Comprar e Investir

Boa tarde a todos!

Tenho andado meio sumido, mas eu prefiro ser aquele que trás conteúdo mesmo que de forma espaçada do que aquele que publica todo dia alguma coisa só para dizer que publicou.

E estou aqui hoje para falar sobre Black Friday.

Trata-se de um evento onde há “oportunidades” de se comprar coisas por um preço mais baixo, em ofertas relâmpago. Muitos estabelecimentos aderem a essa cultura e pessoas aderem às compras.

Vamos avaliar alguns pontos:

* Lei de Oferta e de Demanda: princípio mais básico da Microeconomia (ramo da Economia relacionado com o mercado interno e o consumidor). Se demanda maior do que oferta, o preço sobe. Se demanda menor do que oferta, o preço desce. Se fornecedor baixa o preço, ele aumenta a demanda. E a relação consiste em achar o equilíbrio que seria o “menor preço que o fornecedor tem interesse em vender e o maior preço que o consumidor está disposto a pagar”.

Será que eventos de compra massiva contribuem para aumento ou redução dos preços, com base na microeconomia??

* Matemática: se o preço padrão de um produto, por muito tempo, foi de R$ 100,00 e, de repente, aumentou para R$ 150,00 (pouco antes da Black Friday) e depois baixou por irresistíveis R$ 100,00, a ilusão causada é que você tem um desconto de 33%. Mas na verdade você não teve desconto nenhum, pois o preço de equilíbrio sempre foi R$ 100,00.

E vamos dizer que o vendedor resolveu vender por R$ 90,00??? O desconto não foi de 40% (90 : 150). O desconto foi de 10% (90 : 100).

Na prática, R$ 150,00 é um preço desacelerador de demanda. Ele afasta o público, que guarda na memória curta o último preço. Mas depois com a Black Friday, voltamos a ter o preço de R$ 100,00.

De novo! Podem até existir descontos, mas se você comparar com o preço de equilíbrio e não com o valor mais recente, perceberá que o desconto é menor do que promete.

* Comprar barato não é ativo.

Esse é um ponto que as pessoas teimam comigo. Se você comprar um produto barato porque você precisa mesmo desse produto, beleza. Se você comprou só por ser barato e o guardou “para o caso de precisar um dia”, você não fez um investimento. Você fez uma estupidez. Talvez você tenha pago menos do que o preço de equilíbrio, mas você trocou esse valor por um bem que não te tem utilidade.

Comprar barato não é ativo. Não é investimento. É um passivo!! Só vale a pena comprar barato se você realmente tem um destino útil ou divertido para esse bem ou se você tem condições de revendê-lo com lucro.

* A felicidade não está nos bens.

Quanto mais coisas você compra, mais poeira acumula. Mais energia negativa. Menos espaço você terá na sua casa. Menos liberdade você tem. O excesso de bens te aprisiona. O medo de ser roubado(a) substitui por vezes o prazer de uma viagem gostosa.

Procure educar sua mente para ter uma vida com mais experiências e menos posses.

E outra: a Psicologia já explicou várias vezes que o ato de comprar desnecessariamente e de acumular pode ser uma hiper compensação de algum outro problema inconsciente. Não é mais inteligente você, se for o seu caso, buscar auxílio?? Procure um bom terapeuta e aprenda Educação Financeira. Sua mente lhe agradecerá!

Sucesso e lembre-se!! Seja livre!!

Abraço.

Prof. Rivero.

Uma aposentadoria prematura é possível?

Boa tarde a todos.

A regra de ouro para as gerações X ou acima (Baby Boomers e Geração Esquecida), em geral, nascidos até década de 70, para o sucesso na vida sempre foi a seguinte sequência.

– estudar
– arrumar um bom emprego
– casar e ter filhos
– buscar aposentadoria.

E isso funcionou também para a Geração X, que aderiu o toque de trabalhar duro para ser promovido e buscar grandes salários para viver em grandes estilos. Os Baby Boomers, as crianças que nasceram durante o período das guerras mundiais e pouco após, se acostumaram com o frugal (na guerra, todos tem que aprender a viver com pouco). Porém, seus filhos, a Geração X, não tiveram essa experiência, senão a herança do sofrimento das moedas contadas.

Isso gerou um over-correct na Geração X que, no roteiro acima, o modificou:

– fazer uma boa faculdade
– arrumar uma boa carreira
– casar e ter filhos
– trabalhar o que fosse necessário para ser promovido
– ganhar muito dinheiro

– gastar muito dinheiro e ganhar mais ainda.
– buscar aposentadoria.

A Geração Y (da qual faço parte estando entre os mais velhos desta) em geral cresceu com pais trabalhando fora até tarde e/ou levando trabalho para casa. Porém, foi a primeira geração que teve mais facilidade para estudar, graças ao mérito laboral dos pais X.

O trabalhar em excesso e a cultura do dinheiro e salário permeou a geração Y, porém nesse mesmo período a Internet chegou com tudo. Adeptos dessa geração, os mais jovens da X e também os mais velhos da geração Z perceberam formas mais inteligentes de se trabalhar e de se buscar recursos.

Então, o item “casar e ter filhos” passou adiante priorizando uma estabilidade financeira antes disso, mas ainda faltava algo.

Alguns adeptos da Geração Y, apoiados pela Z, observaram que a vida focada no trabalho pelo trabalho não fazia muito sentido. Então, surgiu um nicho específico de Y e Z que adotaram as seguintes crenças:

– estudar muito
– aprender
– trabalhar bem
– formar poupança para renda passiva
– aperfeiçoar o trabalho e deixá-lo mais inteligente
– viver de renda e trabalhar no que gosta
– buscar uma vida com qualidade.

Um detalhe mais sobre essas pessoas, nas quais eu me enquadro, você consegue nesse link. Um site externo, em português.

Sobre as gerações, há algumas datas, mas uma característica dos Z que eu adotei é a ausência de rótulos, ou, pelo menos, a sua redução. Então, não acho que tenha a ver com idade, mas sim com crenças e comportamentos. Eu nasci entre os mais velhos da geração Y, mas tenho muitas características de Z e alguns valores de X, que infelizmente estão sendo esquecidos pelos pais e mães companheiros geracionais.

No caso, o portal Preparando Mentes Financeiras, criado por mim, sempre teve o seguinte norte.

AS pessoas trabalham demais. Muitas horas são dedicadas ao trabalho. E ao trabalho tradicional, o que é pior. AS ruas engarrafadas de grandes cidades e de algumas cidades médias demonstram isso. O estresse causado pelo medo da violência no Brasil, a ameaça do desemprego e a ignorância da Educação Financeira leva às pessoas a uma vida de labor excessivo, carência de afetos e esquecimento de valores de integridade.

Então, eu criei o PMF para convidar meus alunos, seguidores e leitores a mudar de paradigma.

Ao invés de se criar uma vida banal centrada no dinheiro e consumo, vamos aprender a criar uma vida centrada na qualidade. E, para isso, precisamos eliminar ou reduzir o problema de arcar com os custos de manutenção. A renda passiva permite que você possa trabalhar menos, pois o problema financeiro estaria resolvido. A educação para redução do consumo faz com que suas necessidades de entradas reduzam e você perceba suas outras necessidades, principalmente saúde, família, amigos e espiritualidade. Minha meta é que pais trabalhem menos horas, e em trabalhos que lhe agradem, para que tenham tempo de educar e multiplicar valores aos seus filhos.  

Com o risco de comprar briga com alguns leitores, gostaria que você revisasse alguns aspectos da vida:

– criar o respeito pela ciência e pelo estudo ao invés de estudar pensando em notas.
– priorizar a Educação Financeira
– fazer faculdade somente quando estiver amadurecido(a) para tal e antes disso ter muitas lições de autoconhecimento.
– estudar para construir renda passiva em paralelo com seu trabalho.
– desde jovem pensar em guardar 20% das entradas para poupar. Isso até mesmo com a mesada.
– substituir o consumo de produtos pela riqueza de experiências.
– aposentar-se antes dos 40 anos. Se você tem 40 anos ou mais, ou está perto disso, você pode se aposentar aos 50, 60, mas que seja A SUA aposentadoria sem governo para intervir.
– nos ajudar multiplicando os conhecimentos do PMF para seus amigos, colegas e filhos.
– produzir criativamente e ser útil e verdadeiro.
– fugir das fachadas sociais e do academicismo excessivo.
– ligar o foda-se para os títulos.

Faço votos de sucesso. Estou aqui para ajudar.

Abraço.

Prof. Rivero. 

O rico além da carteira

Boa noite a todos.

No que diz respeito a muitos assuntos, eu observo bastante os comportamentos da pessoa. Talvez seja por causa da minha formação em PNL, talvez seja porque eu seja uma pessoa analítica julgador filho da puta, ou talvez porque sou cientista há anos.

Mas no que diz respeito à Educação Financeira, penso que o lado científico é o mais forte. E, sim, eu tenho observado os comportamentos que eu considero COMPORTAMENTO DE POBRE.

Um detalhe, antes de prosseguir. Se a pessoa tem poucas entradas, naturalmente os comportamentos que descreverei chegam a ser compreensíveis. Mas eu me refiro a pessoas que teoricamente tem recursos e continuam agindo como pobres.

Para não parecer o julgador, eu prefiro falar sobre mim mesmo. E daí você compreenderá a minha crítica.

No meu aniversário de 39 anos, em maio de 2019, eu, como de costume, reúno os amigos aqui na minha casa. Não falta comida. Nem bebida. Como sou autista, eu não posso lidar com barulhos e muita gente ao mesmo tempo. Minha casa tem um pátio agradável, mas não é grande. Portanto, eu seleciono quem vem e quantos. Geralmente, dez pessoas. E, sim, também seleciono, pois sou cauteloso com quem deixo entrar na minha casa. Há amizades que, sim, digo, é pra se encontrar na rua apenas.

Bom, como eu gosto muito de jogar tabuleiro e tenho um grupo de amigos-jogadores, eu às vezes faço o que chamo de “festa-joga”. Daí, o critério é outro: chamo os jogadores. Revezamos entre jogos e comida. Eu já fiz festa mista também. Tabuleiro de dia e reunião geral à noite. Públicos não necessariamente semelhantes.

Em todo caso, sempre ofereci comida e bebida às minhas custas. Há anos que nenhum convidado meu desembolsa um real sequer nas minhas festas. Exceto, claro, sua condução até minha casa.

Antes que você me chame de “cheio da grana”, quero falar sobre um amigo meu que, apesar de fazer tempo que não o vejo, posso descrever um comportamento que ele tem com as pessoas que recebe na sua casa. Ele se esmera num belo almoço, janta, café quando recebe suas visitas.

Estou falando de um guerreiro que está terminando a universidade (mas fala três línguas fluentemente), tem esposa e três filhos pequenos. Não é rico. Tem um salário dentro da média que lhe permite uma vida confortável sem grandes luxos. Muita coisa de Educação Financeira até aprendi observando ele.

Eu diria que esse meu amigo tem, embora ele talvez não concorde, um comportamento de pessoa rica. Rica, não, melhor dizer: abundante.

Pessoas abundantes são capazes de doar. Pessoas de mente pobre não conseguem se desprender nem por um segundo do dinheiro que tem. E isso não tem a ver com o imposto de renda.

Eu ia falar de doações, mas ao escrever, sinceramente, me pareceu petulante. Então, decidi me limitar ao exemplo do jantar.

Não sou a favor que todos façam tudo de graça. Só penso que quem tem mente rica, procura doar um pouco do que tem de vez em quando. Quem não consegue doar “esse pouco” é apegado e não tem a mente rica, mesmo tendo dinheiro sobrando.

A riqueza se mede por aquilo que se é capaz de doar. Não por aquilo que se tem.

Abraço do Prof. Rivero.

Prestações

Boa noite!

Quando você faz compra de algum produto, você pode escolher entre comprar a vista ou pagar a prazo (às vezes).

É muito comum alguns especialistas, e também a grande maioria dos metidos leigos  dizerem para você fugir das prestações incondicionalmente.

Os motivos são vários, vamos a alguns deles:

– quando você compra a prestação, você paga mais caro, pois há os juros do parcelamento.
– mesmo quando o total das prestações empata com o preço à vista (exemplo: R$ 100,00 parcelados em duas vezes de R$ 50,00), você pode negociar desconto se pagar a vista.
– as prestações não pagas entram em um passivo que vai se acumulando. Por exemplo: se eu comprei algo por R$ 1.000,00 em 10 prestações de R$ 100,00. Digamos que eu paguei a primeira, ainda tenho uma dívida de R$ 900,00 que irá se acumular com as dívidas futuras desses noves meses vindouros.

Bom, antes de mais nada, devo dizer que todos esses motivos são válidos.

Entretanto, a análise está INCOMPLETA.

Gostaria de falar rapidamente, sendo o menos técnico possível, sobre TAXA DE ATRATIVIDADE.

A taxa de atratividade é uma variável que deve ser considerada quando você tem a opção de parcelar algo. Trocando miúdos, seu significado é:

UMA TAXA A QUAL VOCÊ CONSEGUE, FACILMENTE, RENTABILIZAR O SEU DINHEIRO

Para um leigo, recomendo considerar como taxa de rentabilidade o valor de 0,5% ao mês, que é a média da rentabilidade de um fundo 100% DI.

Considerada essa taxa de 0,5%, vamos fazer as seguintes análises. Você tem R$ 1.000,00 para investir ou para fazer uma compra. Essa compra pode ser feita à vista ou parcelada em 5 vezes “sem juros”. Caso você faça a compra à vista, você ganha 1% de desconto, ou seja, paga R$ 990,00.

Vamos restringir as suas escolhas entre comprar a vista e comprar a prestação. Acompanhe a imagem abaixo sobre os resultados financeiros de cada escolha. Para simplificar o cálculo e facilitar a sua compreensão, eu considerei o cenário onde você pagará a fatura no mês subsequente (dentro do vencimento do cartão).

No caso da compra à vista, você tinha R$ 10,00 aplicados a 0,5% ao mês (juro composto) e esse valor foi se capitalizando ao longo de 10 meses. Esses R$ 10,00 correspondem ao desconto do pagamento à vista.

Já no caso da compra a prazo, a cada mês foi descontado o valor da prestação e o que sobrou, corrigido a 0,5% ao mês. No final, ficaste com R$ 23,22. Mais do que o dobro!

Claro, o usuário mais esperto poderia me questionar e dizer que se o desconto fosse maior, aí a coisa mudaria de figura.

Então, para constatar isso eu simulei um desconto de 2,3% (ou seja, sobraram R$ 23,00). Afinal, qualquer desconto acima de 2,3% você já viu que a compra à vista passaria a ser mais interessante.

De fato, com um desconto de 2,3% você teria R$ 24,18 contra os R$ 23,22. Nesse caso, passaria a ser mais interessante a compra à vista.

Outro questionamento seria aumentar a taxa de atratividade…. Mas para isso você deveria ter uma aplicação financeira estratégica que te rendesse uma média superior a isso. É possível!

No meu caso, que trabalho com taxas muito mais altas do que isso, eu quase sempre parcelo minhas compras.

Todavia, mesmo que você resolva parcelar levando este post em conta, ainda há a questão do passivo acumulado. Isso é, se você fizer muitas compras parceladas, daí sim pode vir a ser um problema, pois sua fatura do cartão de crédito pode explodir de tão alta.

Qual o caminho para o sucesso? Simples! EDUCAÇÃO FINANCEIRA.

Comece já a fazer o curso gratuito. Antes que eu dobre o valor! 🙂

Abraço.

Prof. Rivero.

Mito do Trabalho

Boa tarde a todos!

A postagem de hoje, talvez, deixe meus três leitores desconcertados. Mas o choque faz parte da Educação Financeira.

Sabe aquele mito que dizem que “trabalhando muito você ganhará dinheiro e será próspero”? Pois, sim, é um mito … lamento dizer.

Calma, gente! Não estou dizendo que você ficará rico sentado o dia todo. Mas o que eu quero dizer é que trabalhar muito não vai te garantir uma vida próspera.

A prova disso é a quantidade de concursos de prêmios para quem tem sorte ou mais belo corpo. A mídia faz durante o verão um programa patrocinado por uma concessionária que confere um carro zero quilômetro para a mulher mais gostosa bonita das candidatas. Não vou dizer o nome, mas tem já a música conhecida que toca naquela emissora de TV que você faria muito bem se plin-plin nunca mais assistisse.

O segredo está não em trabalhar muito, mas trabalhar BEM. Escolher suas batalhas.

A primeira vez que aprendi isso, na teoria, foi com o livro Pai Rico Pai Pobre de Robert Kiyosaki.

Ele usou dois conceitos: CORRIDA DOS RATOS e PISTA DE ALTA VELOCIDADE.

Na CORRIDA DOS RATOS, você tem o seu salário e junto com ele, suas contas. Quando seu salário aumenta, você aumenta suas contas. Assim, cada vez mais você está preso(a) numa roda onde o queijo parece que está tão perto quanto estava no dia anterior. Mas você está girando a roda e gerando energia para outras pessoas, certo?


A escola e a faculdade (palavras de Kiyosaki e assino-as embaixo) te preparam para ser o rato mais veloz, mas nunca para sair dessa corrida.

Na PISTA DE ALTA VELOCIDADE você, essencialmente, é o que recebe a energia gerada pelo ratinho da corrida acima. O corredor da pista é um cara que é um empreendedor. Mas não um empreendedor qualquer: mas um empreendedor de uma empresa muito especial que se chama “<>” cujo empregado principal é o seu dinheiro. Seu dinheiro é o empregado que gera lucro para a sua empresa sem exigir salário ou direitos trabalhistas no final.

Eu sou um corredor iniciante da PISTA DE ALTA VELOCIDADE. Para você fazer parte dessa corrida, o requisito é:

O dinheiro que você tem deve gerar o lucro que te sustenta…e mais um pouco!

E isso a escola não ensina. A faculdade, tampouco. Vejam: sou formado em Matemática com direito a mestrado e tenho 15 anos de experiência docente nos mais variados níveis. E vou te contar as surpresas chocantes que tive nesse mercado. Vamos lá:

1) A disciplina de Matemática Financeira da graduação é ELETIVA. Ou seja, se você quiser ser um professor de matemática que nunca viu nada de finanças, tá liberado.

2) Na escola básica, estudar polinômios, equações de segundo grau (a fórmula de Bhaskara, chamada assim somente no Brasil, um dos piores países do mundo em Educação, atrás até mesmo de ditaduras comunistas) é algo obrigatório. Mas Educação Financeira, não. Ah, sim, esqueci: tem uns livros didáticos que dedicam 2 ou 3 páginas ao assunto. Bla, bla, bla, merecem palmas! Professor bom não tem tempo de escrever livro didático.

3) Na escola, não se estuda: empreendedorismo, marketing multinível, educação financeira, uso responsável de mídias sociais, legislação, tributos, impostos, política (no sentido técnico e não ideológico, pois aí há “professores” que “fazem seu papel”). Claro, algumas escolas ensinam que até os sei-lá-que-anos tu não sabe se é menino ou menina, mas estou apenas divagando.

4) A resposta à minha dissertação de mestrado que tratava obviamente de Educação Financeira foi que “tu está treinando teus alunos para serem gananciosos”. Dinheiro não é nada. Dinheiro é lixo. Assinado: não importa quem edg pois tenho doutorado e logo tenho razão.

Pois bem, na escola e na universidade você aprende que o caminho é correr atrás do queijo o mais rápido que puder, pois você vai alcançar o queijo. Só que não! Perguntaste ao teu professor se ele já alcançou o queijo? Quantos professores você teve que, caso fossem demitidos, não precisariam alterar em nada suas vidas pois continuariam se sustentando?? Talvez meus alunos consigam dizer: CONHEÇO UM. Com sorte, algum deles conhece dois ou três.

Na verdade, o segredo é você estudar muito. Muito mesmo! Mas estudar com esse foco.

Como fazer isso? Com autores de verdade: Kiyosaki, por exemplo.

Minha sugestão: meu curso de Educação Financeira. Comece agora, aproveite enquanto é grátis.

Abraço.

Prof. Rivero.

p.s: texto dedicado ao meu finado pai Nelson (1939 – 2011) que dedicou sua vida a trabalhar muito e que infelizmente não alcançou o queijo como queria. Teu exemplo me serviu para aprender a buscar outros caminhos e a multiplicar a vitória. Meu sucesso é teu sucesso, mestre. Se eu não tivesse meu “Pai Pobre” jamais poderia me tornar o meu “Pai Rico”.

O barato que sai caro

Boa tarde!!!

O que eu mais gosto nas pessoas é a inspiração que elas me trazem para eu me tornar alguém melhor. Em algum sentido. Ou em vários.

Uma dessas pessoas é o meu treinador de halterofilismo e atual aluno do meu curso de Educação Financeira. Além de treinarmos forte, conversamos sobre muitas coisas construtivas. A nossa conversa de hoje me inspirou a este post.

Buenas, eu vou falar sobre um ditado popular, mas de forma científica: “o barato que sai caro”.

O cenário da nossa conversa foi sobre academias desportivas. Porém, em vários campos podemos abordar esse ditado popular.

Quando se fala em Educação Financeira, um dos pilares é a redução do consumo. Porém, a redução significa consumir menos coisas desnecessárias e não escolher apenas a versão mais barata. É bem diferente!!

Por exemplo, digamos que você goste de tomar café (eu, particularmente, adoro!). Um bom mandamento seria comprar café para saciar meu desejo. Então, fica a pergunta: vale mais a pena eu comprar muito café de má qualidade ou tomar café de qualidade, mesmo que eu tome menos vezes?

Outra questão fácil de abordar: cerveja. O brasileiro, por algum motivo que ignoro, adora cerveja. As cervejas de boteco, que vem em engradados, são mais baratas do que as artesanais. Se você comparar o custo por ml. Todavia, a minha observação permitiu reparar que os apreciadores (beberrões) de cerveja barata precisam tomar muitas latas para saciarem seu desejo. Ao passo que o apreciador de cerveja artesanal toma um copo ou dois e se sente satisfeito.

No fritar dos ovos, quem tomou a cerveja artesanal sentiu algo melhor no paladar e ainda por cima gastou menos. Isso é Educação Financeira: saber ponderar a qualidade e a quantidade.

Para treinamento físico é a mesma coisa: você pode treinar em um lugar barato onde o instrutor (e muitas vezes estagiário) precisa atender vinte, trinta, quarenta ao mesmo tempo. Vamos combinar! É impossível. Quanto ao desenvolvimento físico, cada ser humano tem suas demandas e necessidades. Se você forçar a barra, poderá danificar seu corpo (e ter que gastar tempo e dinheiro em procedimento médicos ou fisioterapêuticos). Se você não treinar com rendimento, você não se desenvolverá. Já cansei de ir em academias onde os instrutores não têm condições de saber quem eu sou, do que preciso. Sim, já fui obrigado a baixar treinos prontos no youtube. Mas a pergunta é: valem a pena??? Ou pior: já tive treino acompanhado por computador em uma ficha padrão.

Hoje eu treino com um profissional que, como já citei lá em cima, me estimula a pensar, a evoluir como halterofilista e também como pessoa, graças às diversas conversas que temos que vão desde bobagens até assuntos de reflexão. E isso é possível porque com um público seleto e reduzido, o treinador tem condições de saber quem eu sou. Isso tem um preço financeiro, mas eu posso treinar com a certeza de que meus resultados vêm e meu corpo não terá dores que implicariam em socorro médico.

Outro exemplo: comida. Aqui em Porto Alegre há dezenas de rodízios de pizza (uso como exemplo para comparar o mesmo tipo de comida). O melhor que conheço custa R$ 70,00. Você come bem, conhece sabores únicos e é diferenciado. Há outros rodízios por metade do valor, mas que você come mesmo é gordura. E aí? Qual vale mais a pena??

Para finalizar, quero deixar claro:

O fato de um produto ser mais caro não quer dizer que seja bom e nem o fato de ser barato quer dizer que seja ruim.

O que eu quero é que você aprenda a:


PONDERAR QUALIDADE E QUANTIDADE – ISSO É EDUCAÇÃO FINANCEIRA!

Abraços a todos.

Prof. Rivero.

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